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No Carnaval 2013 fui ao Instituto Bíblico de Jerusalém com um grupo de pastores de vários estados e cidades do Brasil para conhecer alguns lugares bíblicos e conferir algumas evidencias arqueológicas. Ao chegarmos ao aeroporto de Telaviv, fomos recebidos por um mestre Judeu Messiânico (judeu que aceitou Jesus como salvador) por nome de Eli Bar Davi (que faz parte da família do rei Davi), o qual nos acompanhou pelos 10 dias que lá estivemos levando-nos de 4 a 6 lugares diferentes por dia, ministrando de 40 a 50 minutos em cada lugar. Fizemos muitas viagens no ônibus fretado e fomos ministrados também durante as viagens e a noite no hotel onde fazíamos perguntas. Somando um total por volta de 6 horas/dia de ministração.
Conferimos muitos fatos, mas aqui falarei apenas sobre um dos lugares, aliás, um que comprova a autenticidade da Bíblia. Como sabem ela foi escrita em hebraico, aramaico e grego. Foram mais usados o papiro e o pergaminho, que na época eram bastantes populares. No museu do livro em Jerusalém pude apreciar os papiros que foram descobertos em 1947 no deserto da Judeia, no vale de Khirbet Qumran, junto às encostas do mar morto, região onde vivia uma tribo semi-beduína com nome de Taamireh. Interessante que os papiros foram descobertos por acaso. Um jovem de 15 anos, pastor de nome Juma, estava cuidando das cabras de seu pai quando ao sentir que uma lhe faltava saiu a procura-la. Andando pelo vale percebeu uma fenda na rocha onde parou e começou a atirar pedras na fenda testando sua pontaria. De repente ele ouviu um som diferente dentro da caverna como de um vaso quebrando. Chegou mais perto da fenda e avistou grandes vasos, mas lembrando-se da lenda que diz que um espirito mau mora na caverna, voltou as pressas para casa. Chegando contou a seu irmão Ahamed Muhammad o qual combinou com ele de ir no dia seguinte em busca dos vasos, pensando em encontrar um tesouro nos vasos. Assim foram. Ahamed entrou na caverna e foi passando os vasos para seu irmão que estava do lado de fora. Ao sair encontrou em um dos jarros um embrulho feito de panos de linho. Abriu e viu um rolo feito de couro de cabras, com uma escrita desconhecida, e assim foi com todos os outros jarros. Após este fato, outros exploradores encontraram centenas de pergaminhos em 11 cavernas. Além destes potes com os papiros, outras cerâmicas e artefatos domésticos também foram encontrados nas grutas. Estes pergaminhos encontrados foram deixados nas cavernas pelos essênios de Qumran. Os essênios de Qumran eram uma comunidade que observava a lei rigorosamente. Tinham sua própria sinagoga. Parte deles morava no deserto. Eram muito cultos e tinham padrão moral elevadíssimo. Eram escritores e copiadores da lei. Eles dispunham de vasta biblioteca, integrada pelos livros da Sagrada Escritura, comentários dos mesmos (entre os quais se distingue o «Comentário ao profeta Habacuque»), uma Regra de vida comunitária ou «Manual de Disciplina», textos de cânticos, hinos a Deus, livros apócrifos. O motivo de terem deixado os pergaminhos na caverna foi que em 68 d.C., quando os exércitos romanos assolavam a Palestina, apressando-se a tomar Jerusalém, os monges essênios julgaram oportuno abandonar o mosteiro. Então, para pôr os livros a salvo, ocultaram-nos nas grutas dos arredores, esperando poder retirá-los logo depois de passada a borrasca. Não conseguiram voltar pois a partir de 68 d.C. a região de Qumran foi habitada por tropas militares, romanas ou judaicas, e desde 135 d.C. está praticamente abandonada. Quanto aos manuscritos, permaneceram até 1947 d.C. inexplorados nas suas cavernas. Os principais desses documentos foram escritos ou copiados na época em que os essênios se estabeleceram no mosteiro de Qumran, ou seja, nos séc. II/I a.C. ; em consequência, o mundo possui hoje manuscritos bíblicos com mil anos mais velhos do que os mais antigos até há pouco conhecidos (o confronto entre uns e outros evidencia fidelidade surpreendente na transmissão do texto sagrado). Este material é datado do terceiro século a.C até 68 d.C., segundo testes realizados com carbono 14. A autenticidade dos documentos foi atestada em 1948 mas apenas em 1991, com a quebra de sigilo em relação aos microfilmes que Israel havia enviado para algumas instituições pelo mundo, um número maior de pesquisadores passou a ter acesso aos documentos, permitindo que as pesquisas, enfim avançassem. Os Manuscritos do Mar Morto foram escritos em três idiomas diferentes: Hebreu, Aramaico e Grego, totalizando quase mil obras. A maior parte dos manuscritos encontra-se gravada em pergaminhos, sendo uma pequena parcela em papiros e apenas um deles em cobre. Um quarto de todos os manuscritos são bíblicos, contendo todos os livros do Antigo Testamento, exceto Ester, totalizando 22 livros. Os manuscritos mais numerosos são Deuteronômio, Salmos e Isaías, sendo este último é mil anos mais velho do que qualquer outro anteriormente conhecido. Ele, ao contrário dos outros manuscritos, foi escrito em “folhas” feitas de pele de cabra e costuradas uma ao lado da outra, totalizando cerca d e 7 metros. Hoje, os Manuscritos do Mar Morto encontram-se no Museu do Livro em Jerusalém, local onde estive e pude ver esta grande evidencia arqueológica. Também estive nestas montanhas onde ao derredor ainda podemos ver beduínos morando e no mar morto que se encontra a 400 mts abaixo do nível do mar, local onde me banhei e quando sai parecia que havia trocado de pele. Voltei de Jerusalém com experiências que somaram a minha fé. E você meu amigo eis que te digo hoje, não espere mais, vá a uma igreja que ama a Deus e segue sua palavra e receba Jesus como seu salvador, pois só Ele pode te dar a vida eterna com Deus. Hoje digo isso com fé e comprovação cientifica de Ele esteve aqui realmente para nos salvar. Portanto de acordo com o confronto destes papiros que evidenciam total e surpreendente fidelidade com os que existem hoje, a Bíblia é totalmente e inteiramente digna de credito.

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